Vivo como se fosse hoje
o meu último dia
Como se fosse essa
a última oportunidade de viver
a divindade através de mim
Com a quilotina do tempo afiada
a lembrar-me o preço da vida
Vivo sem eira nem beira
na margem mesma do existir
como se fosse dar a luz
a algo novo
nem que seja essa extranheza
entre sentir-se igual e diverso
no correr das horas
Ao nascer do sol
levo a noite às costas
Reafirmo meu derradeiro destino
Vivo como se fosse morrer
Vivo como se fosse hoje
o meu último dia
Como se fosse essa
a última oportunidade de viver
a divindade através de mim
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